O Vizinho

Sempre as oito da manhã ele está na rua Rodolfo, parado em sua calçada, atrás de sua casa vazia, devido ao fato de mora lá sozinho. Sempre observando, todos os dias em 3 anos desde que se mudará pra cá, eu o vejo no horário de ir á escola, talvez fosse coincidência que ele estivesse lá todos os dias na mesma hora, talvez não... Mas quem liga pra isso quando se pode admirar um belo vizinho, alto, sexy, com olhos verdes, pele clara e cabelo castanho antes de assistir a intermináveis aulas chatas, não me incomodava nem um pouco vê-lo lá, parado como se fosse um anjo,o que realmente me incomodava era seu olhar que sempre era dirigido a min, um olhar totalmente estranho, perturbado, talvez eu pudesse interpreta aqueles lindos olhos como doentios, tinha um brilho de desejo desesperador dentro deles e o que mas me assustava era isso, aquele olhar tão cheio de luxúria. E eu sempre o pegava me encarando, e assim que conseguia me desprender de seus olhos abaixava a cabeça e ia para escola. Sim, ele era um vizinho lindo e totalmente atraente, entretanto, me dava medo e tudo que eu queria era vê-lo, porém bem distante de min, só queria observa-lo, nada mas.



E como todos os dias, após vê-lo, eu ficava em completo devaneios na aula.. Pensava nele, em está deitada em sua cama, com seus braços em volta de min, pensava nele sussurrando deliciosas palavras em meus ouvidos imaginava como seria o seu beijo o seu toque bruto enquanto ele estivesse em cima de min me apertando contra si. Certo, certo, eu disse que só queria observa-lo, contudo eu posso imaginar um pouquinho, não posso ?! A vontade de tê-lo era tão grande que chegava a me amedrontar um pouco, já que não convém um homem de seus 3o e poucos anos fazer amor com uma menina que por sinal era virgem, porém os meus pensamentos era tão forte que eu precisava tomar um baita cuidado pra não ter um orgasmos em sala de aula. E tudo que eu desejava e queria era ele, não que eu fosse fazer algo para ter esse fetiche realizado. Na verdade eu não faria nada, apenas abaixaria minha cabeça ao encontra-lo todas as manhã em frente sua casa e fantasiaria em sala de aula.

E de segunda á segunda era assim, eu o flagrava e o mesmo me encarava, eu deveria teme-lo ? Creio que sim. E mas semanas se passaram, até que em um sábado bem chuvoso, o que eu mas temia e desejava aconteceu.

Eis que estou sozinha em casa, minha mãe no trabalho, meu pai obviamente com outra mulher na cama em algum hotel de quinta, e eu sem nada pra fazer naquele tempo chuvoso, decidi que faria uma caminhada, claro, estava chovendo mas e daí ? Eu não queria ficar mesmo em casa. Ao portão não o vejo, hoje é final de semana, ele obviamente deveria está dormindo dando ao fato de ser 8:53 naquele momento me veio uma decepção profunda que por pouco não pude me conter, porque por algum motivo estranho eu desejava está sendo observado pelo mesmo. E tudo ocorreu perfeitamente bem, tirando o fato de eu não ter avistando meu "psicopata" foi tudo bem. Não cheguei a ir direto para casa uma vez que estava na rua, parei e decidi que era minha vez de observa então contemplei sua linda e grande casa, para um homem que mora sozinho.. Ele devia ter um otimo salário, ainda lá fora faço menção de volta para minha casa quente e seca, quando de repente ele sai com um olhar triste como se tivesse esperando por algo que pelo visto não chegou, então seus olhos me encontram, e não sei como nem porque eu fico paralisada, e vermelha, a arte de ser flagrada. São nessas horas que ODEIO o fato de ser branca, o rubor em minha face concerteza poderia ser visto a uns sei lá, 20 metros de distância, então percebo que ele está andando em minha direção como se tomasse cuidado com cada passo que dava. Sim, ele está vindo a min.

- Olá, hãm. me chamo Rodolfo...É será que você poderia me ajudar com uma coisinha ? - Ele tava falando mesmo comigo ? Nem dava pra acreditar que aquele homem magnifico estava a poucos metros de min, eu quase podia sentir aquele aroma delicioso do seu hálito. Droga ele era pirado e vivia me encarando. ACORDE ANNE, PORRA.

- Ah, eu sou a Anne, o que você qe-quer ? - Gaguejo

- É que eu to com um problema no meu notebook e ouvi dizer que você sabe mexer muito bem com aparelhos eletronicos, será que poderia me ajudar ?

- Sim, tudo bem.

- Otimo, obrigada então Anne. Pode me acompanhar ?

Balanço a cabeça em sinal de positiva. Com todas as vibras do meu corpo eu sei que NAO deveria entrar na casa dele, que NAO deveria acompanha-lo, que eu deveria imediatamente entrar em minha casa e tranca todas as portas, porém me vejo andando a frente dele totalmente tranquila,e quando dou por min já estou em sua garagem.Será que alguém me viu entrando em sua casa ? Ele passa por min, parecendo um pouco tenso e abre a porta. E fico totalmente consciente que eu estou sozinha com o homem que desejo e temo, pro meu alivio quando entro na sua sala vejo um notebook em cima de uma pequena mesa de centro em frente ao sofá.

- Certo - ele anuncia me fazendo dar um pequeno passo para trás- Ham, bom você pode ver o que tem de errado com ele, não consigo acessar a Internet.

- Deve ser pela chuva, mas vou ver o que- quer po-posso fazer ! - Droga, preciso parar de gaguejar.

- Então tá -Ele sorri, deixando todos aqueles lindos dentes brancos a mostra e me fazendo viajar pelos contornos de seus lábios vermelhos e um pouco cheios- Você quer algo pra beber, um suco talvez ?

- Hãm, sim! - Retribuo o sorriso.

Me sento no sofá e nem me dou ao trabalho de pegar o computador, ainda em êxtase com o hálito dele, e em questões de segundos ele aparece com 2 copos na mão, o liquido tem uma cor avermelhada, suco de morango talvez.

Ele sorri e me passa o copo.

- E então, não quer ver qual o problema do aparelho ?

Percebo que ainda nem peguei o not, e rapidamente coloco o mesmo em meu colo, dou um rapido gole no suco, boto o copo em cima da mesa e começo a mexer, ainda tensa pela presença dele tento me concentra no meu objectivo, quando de repente começo a me senti estranha.

- Ei porque está tudo girando ? Porque tá tudo escuro?

-Calma meu amor, vai da tudo certo.



Abro os olhos pra um clarão de luz e os fecho imediatamente, depois torno a abri-los devagar pra se acostumarem com o claro, to caindo no vazio de novo, tudo gira e to com frio e de novo sou jogada a merçe da escuridão.

- Anda, acorde meu amor. Vamos lá, não pode dormir para sempre, anda Anne, acorde !

É ele chamando meu nome ? Sim é ele. Antes de abrir os olhos, sinto aquele frio aterrado de antes,e finalmente desperto por completa. Não está totalmente escuro, tem um abajur em alguma lugar que trás um pouco de luz aquele quarto. E o vejo, seu rosto perto do meu, ele está feliz e isso me deixa furiosa. Tento me mexer mas tem algo pesado me impedindo. Essa cama que estou deitada de fato não é minha!

- Aonde estou ?

- Comigo, você está comigo ! - ele responde em um tom de voz carinhoso.

E só ai eu me lembro, o copo avermelhado, a casa dele, o desmaio. Ai não, o que ele vai fazer ?

- O que você vai fazer, seu maluco ? - vacilo, o medo estampado em minha voz.

- Eu vou ter você pra min, apenas pra min !

E ai sinto o seu braço forte em torno de min, tento grita e começo a lutar contra ele, tento de todo jeito levantar daquela cama, mas algo me segura, seu braços que mas parecem aço me imobiliza totalmente, e quando eu me preparo para dar o maior grito de toda minha vida ele me silencia com um beijo, o maior beijo que eu já tive, seus lábios tão urgente em minha boca, sua língua dentro da minha percorrendo cada trajeto dos meus labioso perco totalmente o fôlego, e sinto ele já em cima de min, suas mão não estão mas no meu braço e sim na minha barriga, levantando minha blusa, rapidamente consigo de algum jeito empurra-lo para longe ele cai do meu lado no colchão e quando eu tento levanta para corre, ele de algum jeito me segura de novo e diz em um tom mas relaxado que o normal.

- Vamos lá meu amor, se comporte, você está totalmente longe de casa, se perderia rapidamente nessa mata em que eu a trouxe, fora que todas as portas e janelas dessa casa estão trancadas. Você não pode fugir.

E sim eu congelo, não posso fugir, não posso correr, nem gritar porque ninguém vai me ouvir? Era mesmo isso ? Fui tão burra a ponto de não percebe a trama ? Muitas perguntas e nenhuma resposta.

- O QUE VOCE QUER ? - Grito

- Você, eu quero você.

E de novo ele começou a me beijar, agora brutalmente, me beijava de num jeito desesperador, e eu ainda não tinha achado a droga do meu fôlego, de um jeito que eu ainda não sei explicar ele arrancou minha blusa, e agora eu não queria gritar, só queria afunda meu corpo junto ao seu.

Ele descia com sua boca até minha barriga, e me vi dando pequenos gemidos, sinto sua língua em meu umbigo subindo até meus seios, sinto suas mão brutas em minhas costas desabotoando meu sutiã, o tira e joga de lado.

- Ah meu amor, como eu quis você durante todo esse tempo, como eu sempre quis possuir você. - Ele dizia a min.

E assim ele continuava, me beija enquanto passava suas mão por meu corpo, e descia com elas ate o feixe de minha calça, em um movimento meu para puxar mas seu corpo junto ao meu, eu senti o tamanho da sua ereção e comecei a me afastar dele ,o que ele queria o que eu não podia dar !

Solte-me, solte-me agora seu doente !- será que valia a pena gritar ?

- Porque? Você sempre quis isso, outros rapazes que já estiveram em sua vida jamais lhe darão o prazer que estou preste a te dar.

- EU NUNCA FIQUEI COM NINGUEM SEU SADÍCO, SAIA DE CIMA DE MIN AGORA.

- Você é virgem ? Oh meu Deus, não imagina a felicidade que está me dando com essa informação.

E de novo ele começou a me tocar, sentia-o dando pequenos suspiros, senti o seu peso em cima de min, o percebo levantando um pouco, apenas o suficiente para tirar minha calça a penúltima muda de roupa ainda em meu corpo, em seguida ele puxa a própria blusa. Era impossível não perceber como sua pele, lábios e língua eram quente ao toque, e seu cheiro, seu maravilhoso cheiro, o aroma que eu tanto ansiei em sentir. Em questão de segundos eu já estava nua, já não valia a pena lutar, ninguém me ouviria, ninguém me salvaria, então porque não me entregar ?Eu ainda não acreditava que estava fazendo isso! Isso era completamente contra todos os meus princípios. Mas como eu poderia resistir?

- Minha Anne - ele sussurrou com sua voz de veludo. - Minha. Minha. - ele repetia,pontuando as pausas com beijos na minha mandíbula e na minha clavícula.Ele se inclinou sobre mim, de alguma forma selvagem, . Ele beijou meus lábios novamente por um breve momento, logo descendo eles pelo meu pescoço, traçando um caminho que eu sabia , ficaria marcado na minha memória. Estava ficando praticamente impossível não suspirar alto. Minhas mãos passavam pelas suas costas de maneira feroz, e tenho certeza que ficaria com a marca das minhas unhas.



Portanto desabotoei sua calça também, agora o mesmo sabia que eu estava cooperando, e antes de me tocar novamente olhou bem pra min, com aqueles enormes olhos verdes. E me beijou apaixonadamente, enquanto me beijava lentamente, saboreando cada toque, com paciência, as pontas de seus dedos exploravam minhas costas da base da nuca até a curva dos quadris. A língua percorria meus lábios sem pressa, entreabrindo-os e tocando minha própria língua, fazendo movimentos de reconhecimento, de invasão, o que espalhou um calor não familiar no centro de meu corpo, no estômago, e entre as pernas.Me senti desfalecer por alguns segundos, respirei mais profundamente, buscando o ar que me faltava. Com suas mãos fortes e macias ele me puxou contra ele. Movimentando seus lábioscontra os meus, de uma maneira tão sem cuidado quanto à minha, enquanto eledeslizava minha calcinha pelas minhas pernas. Segurando-me ainda mas forte contra o seucorpo e sem quebrar o beijo disse:

-Não se preocupe, amor,? -falou buscando meus olhos - Eu não lhe farei nenhum mal.

Seus dedos traçaram a linha dos meus lábios e desceram pelo meu pescoço. Pude notar que estavam tremendo, não podia distinguir se era ele ou eu. As mao deslizaram pelo meu ombro, escorregando pelas costelas, contornando o umbigo. Uma mistura de pânico, desejo, necessidade e timidez tomaram conta de mim quando ele tomou meu seio em sua boca e deu leves sucções em meu mamilo. Eu não tinha mais nenhum controle do meu corpo. Meu coração martelava querendo sair pela boca,calafrios subiam e desciam a minha espinha. Após meus seios.

Ele, deslizou uma mão pela lateral do meu quadril até a minha perna, novamente usando apenas a ponta do dedo. Fiquei novamente ofegante. Senti seus dedos em meu sexo, podia sentir a úmidade que circulava por lá. Sabia que ele tambem podia sentir, então desceu até meu sexo, e pude sentir cada centimetro que ele percorria, sua lingua em cada canto, ficamos assim por um tempo em seguida ele parou e me olhou novamente, eu já sabia o que iria fazer. Eu me desliguei de tudo a não ser dele e do toque. Num movimento rápido e delicado Rodolfo estava totalmente dentro de mim.Soltei um gemido de surpresa e dor. Ficamos em um movimento de vai e vem lento, eu só conseguia sentir prazer, sua boca sugando meus seios novamente enquanto faziamos amor naquela cama,os meus gemidos cada vez mas alto, agora ele estava mas feroz, nao tao devagar como antes, mas rapido, sem medo, só me amando, e seus movimentos brutos entrando e saindo continuavam me deixando completamente sem folego, ele suspirava cada vez mas alto, e me olhava, sua mao fortes em meu quadril me segurando com mas força que o necessario, e o frio que antes me possuia foi trocada pela calor, o cheiro da sua pele tao maravilhoso o calor que irradiava dele, como eu poderia lutra contra aquilo ? Como poderia pedir pra que me soltasse e levasse-me para casa, quando tudo que eu queria era te-lo, como ? Então, gozamos juntos, ele parou com os movimentos passou a mao por minhas costas, apertamendo-me em um abraço e se deixou cair com total gentileza em cima de min.

E la estava sua respiração em meu pescoso novamente, os pelos de sua barba roçando em minhas buchechas, como eu estava completamente cansada apenas o abraçei tambem, e ficamos deitados assim por algum tempo, então ele levanta e me pega no colo, estou tao exausta que nem abro os olhos para ver onde estava me levando, ouço barulho de água caindo, e sou posta dentro de uma banheira de agua quente, sinto quando ele passa o sabonete em meu corpo, ele esta realmente me banhando ! Passa o sabonete em cima de minha barriga, entre minhas pernas, no meu pescoso,suas duas mao agora estao em minha pele de uma forma tao generosa e gentil depois de passarmos algum tempo assim, ele me retira da água, e me cobre com uma toalha, me pega de novo como se eu fosse um bebe e passo meu braços sobre seu pescoso, comigo em seu colo ele volta ao quarto, quando ele me deita na cama e sai do quarto talvez para tomar banho tambem, consigo raciocinar um pouco melhor e me dou conta, que acabei de fazer amor com o meu vizinho misteriosos e sexy que havia me dopado e trazido para esse lugar misterioso a força, e que apesar de tudo eu estava feliz, nao passado muito tempo ele volta, e se deita ao meu lado.

- Eu o amo, e nao deixarei que se afaste de min. Tudo que eu quero é você, só você.

Suas palavras causaram um certo arrepio em minha espinha, contudo, adormeçemos naqueles memoraveis lençois.

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19/11/2011 | 33020 visitas

 
 

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