Dei para o meu personal trainner

Nunca gostei de me exibir, por isso fazia um tempo em que eu estava relutando voltar para a academia, principalmente àquelas muito frequentadas. Assim, descobri que no meu bairro havia um studio que oferecia aulas de musculação com personal trainner e isso muito me agradou.

Fui conhecer o local e um homem me chamou a atenção. Era um tesão! Estava saindo da piscina com uma sunga que deixava bem visível o volume do seu membro. Suas coxas cabeludas eram um colírio para os olhos. Ele tinha acabado de fazer hidroterapia em uma aluna e veio molhadinho me receber para a nossa aula. Perguntou se eu estava preparada e respondi que sim com a cabeça. Vou chamá-lo de Claudio.

Claudio pediu que eu o aguardasse na sala de musculação enquanto ele trocava de roupas e, não demorou muito, lá estava ele pronto para me mostrar o primeiro exercício. Subi na esteira e Claudio ligou o aparelho deixando o braço cabeludo esfregar no meu. Senti um arrepio de tesão tão grande que logo procurei disfarçar. Após alguns minutos monitorando a minha frequencia cardíaca, Claudio me disse que eu precisava fazer uma avaliação física, onde ele me pesaria, e anotaria as minhas medidas para acompanharmos o meu progresso nas aulas.

Levou-me até uma sala, onde havia uma balança. Pediu para que eu tirasse o tênis e subisse nela. Eu estava vestindo uma calça e um blusão com um top por baixo. Quando Claudio foi tirar as minhas medidas, me pediu desculpas por não ter avisado que eu deveria ter levado um biquine para que facilitasse esse trabalho e eu teria duas opções: ou tirar a calça e ficar só de calcinha ou adiar a aula para um outro dia.

Achei que não teria problema algum tirar a calça, pois estava depilada e a calcinha era bastante confortável, quase um biquine. Tirei. Claudio começou a medir minhas coxas que sempre foram bem torneadas, meu quadril, cintura, busto, etc. Por trás de mim senti seu pau roçar na minha bunda, ele estava excitado e ofegante, pois fiquei arrepiada com sua respiração no meu pescoço.

Instintivamente empinei a bunda querendo mesmo sentir aquele pau por trás de mim. Minha boceta estava latejando. Claudio posicionou a fita métrica na minha cintura e me puxou para trás, para bem junto daquele pau que deveria ser muito digno de uma enrabada. Assim, ele começou a esfregar aquele membro volumoso atrás de mim me deixando completamente sem fôlego.

Senti suas mãos descendo pela frente, acariciando minha bocetinha sob a calcinha. Seus dedos percorreram a minha virilha afastando o elástico até encontrar o meu grelinho super excitado e molhado. Claudio começou a tocar uma punheta gostosa em mim, e eu rebolava em seu pau. Ele prontamente o colocou para fora e senti aquela pica quente e melada encostar no meu bumbum.

Virei para ele e comecei a beijar sua boca já sem fôlego. Claudio levantou o meu top e mordiscava o bico dos meus seios para em seguida mamar gostoso neles como uma criança ávida por leite. Conduziu-me até uma maca e terminou de me despir. Abriu lentamente as minhas pernas e pôs a língua no meu grelo fazendo movimentos circulares intercalando com mamadas e lambidas que me fizeram gozar em sua boca macia. Gemi baixinho para não atrair as atenções para o que acontecia dentro daquela sala. 

Enquanto me lambia e chupava, engolindo todo o meu gozo, Claudio começou a foder meu cuzinho com o dedo. Eu delirava, o queria bombando dentro de mim, fodendo minha boceta sem parar. Mas, ele queria descobrir meus gostos primeiro. Foder meu cu com a língua, sentir meu néctar.

- Diz, sua puta, que esta não é a melhor aula da sua vida? Diz, safada... Diz pra mim que você só veio aqui pra me dar e vai dar quantas vezes eu quiser.

- Me come, Claudio! Quero sentir seu pau!

- Ainda não, sua vadia, piranha... Você sabe que eu sou casado e quem dá pra homem casado só pode ser piranha.

Claudio me torturou por longos minutos. Bateu em meu rosto com seu pau latejante, obrigando-me a engoli-lo todo. Segurava os meus cabelos e fez da minha boca o seu local de gozo, forçando-me a engolir toda a sua porra sem desperdiçar. 

- Isso, putinha safada... engole tudo, chupa tudo, que daqui a pouco eu vou humilhar o seu cuzinho, arrombá-lo todinho.

Nunca gostei de sexo anal, sempre senti dores, mas ali eu não tive escolha. Claudio era forte, não me dava alternativas. Virou-me de bruços e enquanto aguardava seu pau endurecer de novo, fodia meu cu com dois dedos. Cuspia nele, lambia, metia a língua o mais fundo que conseguia. Minha boceta escorria líquido das várias gozadas que dei, aliás nunca gozei tanto na vida de uma só vez. Assim que estava pronto, Claudio não se importou em meter o pau no meu cu de uma vez só e tapou minha boca com uma das mãos para que eu não gritasse de dor. Como já tinha gozado, demoraria muito mais para gozar de novo e me fez tomar no cu por uma eternidade.

Eu implorava para sentir sua pica na minha boceta, mas Claudio tinha a intenção de me arrombar. A certa altura, talvez por já estar farto de fazer de mim o que bem quis, começou a bombar na minha boceta e, confesso, que nunca senti um pau tão delicioso em toda a minha vida. Enquanto ele metia com força, me dava chupões nos peitos, barriga, pescoço. 

- Agora sua puta deliciosa, vai lembrar de mim todas as vezes que se olhar no espelho. Safada, vagabunda...

Gozei com o pau de Claudio dentro da minha boceta e ele gozou no meu rosto alguns minutos depois. Continuei frequentando a academia porque transa igual aquela eu não tinha feito igual. Depois disso, transamos toda semana dentro do carro, no motel, em qualquer lugar que haja oportunidade.

Um dia a mulher dele nos pegou e... (ah isso eu conto outro hora!)

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23/11/2010 | 24500 visitas

 
 

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