Comendo a Vizinha
Nunca fui um cara de sorte com vizinhas. Já mudei de cidade e de casa inúmeras vezes, mas nunca tive a sorte se morar ao lado de uma vizinha gostosa.
Lembro q todos os meu amigo contavam de suas aventuras com suas vizinhas ou primas, mas eu nunca tinha nada pra argumentar nas rodinhas.
No ano passado a empresa na qual eu trabalhava ganhou uma licitação no estado de São Paulo. Logo que o escritorio ficou pronto mudamos para a cidade.
Na primeira semana percebi que o bairro onde iamos morar era muito chato. Mal sabia eu que essa impressão log iria mudar.
Na segunda semana começavam as aulas na faculdade da cidadezinha, e a casa ao lado da nossa tornou-se uma república universitária. Eu não acreditei quando aquele monte de gostosas começou a chegar na casa e passear de shortinho. A minha sorte ralmente havia mudado.
Não foi dificil fazer amizade com elas, e na mesma noite já tinha festa na república.
A festa estava bombando, muita bebida e mulherada bonita. Não havia nenhuma atração especifica por alguma das gostosas da festa. Apenas trocava uma idéia com Juliana (uma das vizinhas). Que por sinal estava com uma saia, que não era curta, mas era muito sexy. Mas confesso que não tinha esperanças de ficar com ela, pois sempre pareceu ser a mais "santinha" das garotas da republica.
Nunca fui do tipo de cara q é o centro das atenções em uma festa. Sempre fico observando a distancia. Juliana tbém e desse tipo de pessoa.
Saímos um pouo da bagunça e ficamos na varanda em frente a casa onde eu estava morando. Estava meio escuro, conseguiamos observar a festa ser sermos vistos.
Conversa vai e conversa vem, começamos a nos beijar e a dar uns pegas mais "calientes". Mas como eu sempre fui do tipo de cara mais respeitoso, permanecia comportado. Mas muito excitado.
Sentei no chão e ela sentou entere minhas pernas, de costas para mim.
Comecei a passar a mão por baixo da blusa dela, entre a cintura e a altura onde começam os seios. Fiz isso umas duas vezes. Foi quando ela me olhou e exclamou: "Por que que você não pega logo hem?!"Aquilo para mim foi mais do que uma ordem. Meti a mão nakeles seios ( não eram grandes, mas eram do tamanho perfeito para o corpo dela) e dar uns amaços com muito mais vontade.
Minha mão agora tinha caminho livre pra qualquer lugar de seu corpo. E eu me aproveitei disso.
Alí na varanda, comecei adeslizar minha mão por suas coxas, subindo cada vez mais perto de sua bucetinha, porém, não chegava até là.
Akela situação, onde poderiamos ser vistos a qualquer momento, dava um tesão ainda maior a ela.
Coloquei minha mão discretamente por baixo de sua blusa e fui deslizando até a bucetinha. Ela fechou os olhos e soltou um gemido de tesão só de eu encostar. Puxei sua calcinha de lado e coloque dois dedos naquela bucetinha toda molhada e muito quentinha. Ela gemeu novamente, apertou minha coxa e rapidamente correu a mão e tirou meu cacete pra fora da calça. Confesso que fiquei meio receoso em alguem nos ver, mas como ela estava sentada em minha frente e meio escuro, não havia perigo de alguém notar o que estava acontecendo.
Ela começou a me punhetar ali mesmo, discretamente. Se mostrando muito safada. Eu introduzi mais um dedo na xaninha dela, senti que estava apertadinha e ela gemia ainda mais. As pessoas que conseguiam nos ver da rua nem imaginavam o que estava acontecendo. Era praticamente o mesmo prazer de fazer sexo em público.
Intencifiquei o movimento dos dedos na bucetinha, ela delirava e batia uma punheta violenta. Foi quando percebi que ela ia gozar e enfiei os dedos com toda a força, enterrando tudo nakela vadia. Ela se enclinou para traz, apoiou a cabeça no meu ombro e começou a sussurrar: "Aiii... aii...que delicia... me deixa gozar por favor...depois eu te faço gozar e prometo...tá muito gostoso...me deixa gozar.. não para..". E antes que eu pudesse dizer alguma coisa ela deu um grito e encharcou a minha mão com seu gozo. Acho que nessa hora o pessoal da festa percebeu alguma coisa.
Ela deitou no piso da varanda como se estivesse desmaiada ou drogada. Confesso que nunca mais eu vi alguém ter um orgasmo daqueles.
Tentei levanta-la para leva-la para o meu quarto, para ela poder dormir um pouco, mas ela estava com as pernas bambas e mas conseguiu ficar em pé. Não me considero tão bom de sexo assim, mas foi o que aconteceu. A peguei no colo e a deitei na cama. Joguei um colchão de solteiro no chão e deitei para que ela descansasse melhor.
Pensei que Juliana só acordaria no dia seguinte, mas pra minha surpresa depois de algumas horas ela me acordou com uma deliciosa chupeta. sentei no colchão e fiquei apenas observando ela se deliciar em boquete maravilhoso. Começava beijando a cabeça do pau e passando a lígua em volta, simultaneamente punhetava e repentinamente enfiava até a garganta. E que garganta deliciosa. Derrepente ela olhou em meus olhos com uma cara de safada, pucxou o cacete e encostou de levinho passando em seus lábios como se fosse um batom, dizendo: "Eu quero que voce goze bem aqui". Aquil pra mim foi o auge do tesão. Mas eu não queria que acabasse agora. Ainda queria me aproveitar muito mais daquele monumento de mulher.
Empurrei-a para traz, abri suas pernas e comecei a baijar aquela curvas maravilhosas, subindo por suas coxas e lambendo akela xaninha perfumada. Fiquei ali uns 5 minutos, com ela se contorcendo de prazer na minha boca. Ea gemia de tesão, me apertava com suas coxas e empurrava minha cabeça contra seu grelo.
Derrepente ela começou a gritar e falar: " Aii... aiii... para por favor, se eu gozar mais uma vez desse jeito eu não vou aguentar mais". Eu não quis arriscar, afinal eu não tinha gozado nenhuma vez e estava literalmente na mão.
Coloquei-a de 4 e enfiei naquele grelo delicioso de uma vez. Transei com ela como um louco. Ela gemia de prazer enquanto dizia: "Não acredito que tô fodendo desse jeito com meu vizinho"... Isso me deu mais tesão. Comecei a foder o mais rápido que pude. Quando ela percebeu que eu ia gozar se ajoelhou na minha frente e continuou com outra deliciosa punheta.
Gozei como um cavalo, Juliana era simplemente uma delicia, gozei como nunca naquela boca fazendo-a até mesmo engasgar. Ve-la se deliciar em meio a tanta porra e com uma cara de safada foi o auge do prazer para mim.
Depois disso continuamos a transar seguidamente e nos lugares mais loucos, acho que ela era ninfomaniaca, pois transavamos toda noite umas 3 ou 4 vezes.
Namoramos por um tempo e infelizmente eu tive que ir embora da cidade. Perdemos o contato, mas eu nunca vou me esquecer daquele periodo no estado de São Paulo, e nem das melhores transas da minha vida.
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03/12/2010 | 24800 visitas
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